A direção do PSL estuda montar uma espécie de  disque-denúncia para receber relatos de supostas irregularidades no dia da eleição, em 7 de outubro.

A possível medida engrossa o coro das críticas do candidato do partido à Presidência, Jair Bolsonaro, que levantou suspeições sobre a lisura do processo eleitoral.

Apesar de querer o suposto disque-denúncia, a Justiça já possui canais de denúncias e, inclusive, lançou um aplicativo para facilitar o envio de queixas. O PSL também vai lançar cartilhas e uma plataforma para orientar voluntários que queiram atuar como fiscais nas seções.

Segundo a legislação, cada partido ou coligação pode nomear até dois fiscais para acompanhar uma mesa receptora de votos. O PSL quer dar capilaridade a isso e colocar voluntários auxiliando os trabalhos desses delegados.

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