Presente no encontro municipal do Novo em Salvador, na tarde deste sábado (4), o presidente do partido na Bahia, Francisco Calmon, falou sobre a movimentação da sigla para as eleições de 2020. Em entrevista ao BNews, ele diz que a escolha dos nomes perpassa por um criterioso processo seletivo e defendeu a “idoneidade” como um dos pré-requisitos para sair como candidato pela legenda.

“Não existe preferência [por um perfil], a preferência é pela idoneidade, reputação ilibada – um dos pré-requisitos é ser ficha limpa – mas não tem nada que proíba”, afirmou Francisco Calmon, lembrando que o atual líder do Novo na Câmara Federal, Marcel van Hattem, deixou o PP para migrar para o partido.

Com a pretensão de anunciar em breve o seu próprio candidato em Salvador, Calmon não adianta quem apoiaria  em eventual segundo turno e prega independência em relação às principais siglas. Nacionalmente, o Novo se alinhou a Jair Bolsonaro em 2018 e, em 2016, nas eleições municipais do Rio, com Crivella.

“Existe essa polarização que acontece, e que a gente quer acreditar nas premissas que outros partidos não pregam, uma delas é não utilizar verba pública, mas na prática não é bem assim que funciona. Não é que exista proibição estatuária que não possa fazer coligação, é que a gente não tem ainda no momento algumas siglas fazendo o que a gente faz”, argumenta.

Para o fortalecimento do partido em Salvador, para Calmon é fundamental pleitear vagas na Câmara Municipal. Segundo ele, já existe uma “quantidade significativa de postulantes” que serão avaliados nos próximos dias para “representar o novo cenário do Novo” na disputa em 2020.

Bnews

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