Líder nacional de um dos mais jovens partidos do Brasil, Paulinho da Força (SD), afirma não crer que o presidente Jair Bolsonaro conseguirá oficializar a criação do seu partido, o Aliança pelo Brasil, a tempo de disputar as eleições municipais de 2020. Para ele, será “impossível” o ex-membro do PSL conseguir influenciar as disputas.

“O grupo dele não terá candidato, porque o PSL provavelmente não dará legenda para os que vão acompanhar Bolsonaro. Nós fizemos o Solidariedade em oito meses, para ele fazer um partido daqui até março, é impossível, esquece”, analisa.

Em entrevista ao BNews em seu gabinete em Brasília, Paulinho disse que nem a tentativa de articular a validação de assinaturas digitais será capaz de viabilizar a criação da sigla, que deve ter o número 38, o mesmo do calibre da arma de fogo popular no mundo inteiro. “Nem se fosse pela rede social ele faria”.

O atual presidente da Força Sindical acredita que a impossibilidade da legenda, ainda não criada de Bolsonaro, participar do pleito no próximo ano pode reverberar nas eleições de 2022 e enfraquecer a sua “base”.

“Ele não terá partido para disputar eleição municipal e, portanto, estará de fora e não terá nenhuma base para a eleição de 2022”, opina.

BN

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