O inquérito que apura as movimentações suspeitas de Ronnie Lessa, policial militar reformado, que é acusado de matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, está parado desde julho. O processo foi atingido pela decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, que interrompeu inquéritos com base em relatórios de inteligência financeira que não tivessem autorização judicial para tal.

Segundo informações do G1, no total, são 140 investigações envolvendo o crime de lavagem de dinheiro suspensas na Polícia Civil do Rio de Janeiro. No caso de Lessa, ele é apontado como o autor dos 13 disparos que mataram Marielle e Anderson em março do ano passado. A denúncia indica que ele estava no banco de trás do Cobalt que perseguiu o carro da vereadora.

Além de responder pelo assassinato, ele é investigado pelo Departamento Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro por lavagem e tráfico de armas. Quanto a esse ponto, o advogado Fernando Santana disse ter conhecimento da investigação, mas informou que não houve intimação para depoimentos. Santana acrescentou ainda que a defesa está preparada para provar que não houve crime por parte do suspeito.

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