Brasília- DF 01-12-2016 Sessão de debates temáticos sobre projeto abuso de autoridade. Ministro do STF, Gilmar Mendes, Renan Calheiros, Juiz Sergio Moro e senador roberto Requião.Foto Lula Marques/Agência PT

A possibilidade de Sergio Moro ser candidato a vice-presidente de Jair Bolsonaro em 2022 racha a base do governo. Uma parte da bancada evangélica, por exemplo, é contra a ideia.

“O ministro Moro tem apoio da mesma base de eleitores conservadores do presidente. É preciso somar, atrair outros grupos”, diz o deputado Marco Feliciano (Podemos-SP). “Os evangélicos, por exemplo, vão ser disputados a tapa”, segue ele. “O presidente precisa fidelizar esse grupo.”

Moro também tem resistência de setores políticos que apoiam Bolsonaro e que rejeitam o ex-juiz por seu passado na Operação Lava Jato.

O ex-presidente da Bolívia Evo Morales perguntou à Folha, antes da entrevista feita na semana passada, se Lula vai mesmo se casar —como anunciou ao sair da prisão.

“E pode casar mas não pode ser candidato a presidente?”, questionou ele, rindo.

BNews.

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